Curiosidades: O Museu de Anne Frank – Por Caroline Sabino

Anna Frank nasceu na cidade alemã de Frankfurt em Main, mas passou a  maior parte da vida na cidade de Amsterdã na Holanda. Durante mais de dois anos,  Anne e a sua família viveram no anexo do edifício em Prinsengracht  nº 263 onde o pai de Anne, Otto Frank, também tinha um negócio. A família Van Pels e Fritz Pfeffer também se esconderam  com eles.

Anne Frank

A porta para o anexo estava fechada por detrás de uma estante amovível construída especialmente para este fim. Os trabalhadores sabiam do esconderijo e ajudavam as oito pessoas dando-lhes comida e noticias sobre o que  acontecia no mundo lá fora. Em 4 de Agosto de 1944, o esconderijo foi descoberto. As pessoas que se encontravam escondidas foram deportadas para vários campos de concentração. Apenas Otto Frank sobreviveu à guerra.
 

Porta do esconderijo.

 
 
A casa onde a menina de 13 anos  Anne Frank, ficou escondida e escreveu seu famoso diário é hoje um museu.
 
Museu de Anne Frank

Museu de Anne Frank

O museu foi fundando em 3 de maio de 1960, localizado em Amsterdã. Em 3 de maio de 1957 algumas pessoas, incluindo Otto Frank (pai de Anne), criaram o Instituto Anne Frank, com o projeto de salvar o prédio da demolição e torna-lo acessível as pessoas. Otto disse que seu projeto era para fortalecer o contato de jovens de culturas, religiões e raças diferentes. Opondo-se a intolerância e descriminação. O museu atraiu cada vez mais visitantes quando o diário de Anne foi traduzido para outras línguas, e ela ficou mundialmente conhecida.

Anne_Frank__s_Annex_by_killabee

20817_633403090018518_661608235_n

casa-de-anne-frank5 (1)

 
 
O conjunto de relatos, que recebeu o nome de “O diário de Anne Frank”, foi publicado pela primeira vez em 1947 e é considerado um dos livros mais importante do século XX.
anne_franks_diary_compressed__afs_amsterdam__aff_basel_reproduced_by_permission_of_the_anne_frank_trust_uk
 
Trecho-do-Diario-de-Anne-Frank
 

Primeira página do diário: 15 de julho de 1944

“Vejo o mundo a ser lentamente transformado num deserto (…), sinto o sofrimento de milhões de pessoas.E contudo, quando ergo os olhos para o céu, tenho a sensação de que tudo vai mudar para melhor, de que esta crueldade acabará também, de que a paz e a tranquilidade regressarão novamente.” Anne Frank.

Fontes:

http://annefrank.com/

http://www.amsterdam.info/

http://re-menor-eb.blogspot.com.br/

Anúncios